O massacre ocorrido no último dia 13 de março, na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano (Grande São Paulo) ainda ecoa em nossa memória. Mais um mal-estar na educação e uma pergunta no ar: O que motivou aquele adolescente e aquele jovem, a assassinar aqueles adolescentes, as duas educadoras e depois cometer suicídio? Será esse acorrido uma consequência do excesso de tecnologia, como alguns arriscam afirmar? Não tenho essas respostas, o que tenho é o desejo de contribuir positivamente com essa triste realidade em que nos encontramos.

O massacre ocorrido no último dia 13 de março, na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano (Grande São Paulo) ainda ecoa em nossa memória. Mais um mal-estar na educação e uma pergunta no ar: O que motivou aquele adolescente e aquele jovem, a assassinar aqueles adolescentes, as duas educadoras e depois cometer suicídio? Será esse acorrido uma consequência do excesso de tecnologia, como alguns arriscam afirmar? Não tenho essas respostas, o que tenho é o desejo de contribuir positivamente com essa triste realidade em que nos encontramos.

O massacre ocorrido no último dia 13 de março, na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano (Grande São Paulo) ainda ecoa em nossa memória. Mais um mal-estar na educação e uma pergunta no ar: O que motivou aquele adolescente e aquele jovem, a assassinar aqueles adolescentes, as duas educadoras e depois cometer suicídio? Será esse acorrido uma consequência do excesso de tecnologia, como alguns arriscam afirmar? Não tenho essas respostas, o que tenho é o desejo de contribuir positivamente com essa triste realidade em que nos encontramos.

Bernardo Toro é um educador colombiano que sabe o que é importante em educação e aprendeu a mostrar isso aos professores, com um estilo simples, claro e persuasivo. Em suas passagens pelo Ministério da Educação daquele país, preparou uma série de cartazes, destilando o que a melhor pesquisa mostrava sobre as causas do êxito e do fracasso na escola. Bernardo já veio, várias vezes ao Brasil, deixando discípulos e marcas indeléveis, sobretudo em Minas Gerais.

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